#abrates16 – Parte 2

Oi, pessoal!

Estou de volta com a segunda parte do relato do Congresso da Abrates de 2016. Não consegui escrever aqui ontem porque a vida pós-congresso já voltou ao ritmo frenético de sempre. Isso porque ainda nem voltei para Curitiba.

Mas hoje não é dia de falar de mim, é dia de falar das outras palestras.

Eu queria destacar aqui duas palestras. A primeira é a da Rafaela Mota Lemos, palestrante convidada que veio de Portugal para compartilhar com muita graça as experiências dos dez anos de carreira dela. Super cativante e cheia de história para contar, a Rafaela conquistou toda a plateia e deu diversos conselhos de como conduzir melhor a vida profissional e como aprender com os próprios erros, sempre melhorando nosso trabalho.

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É bom aprender com os erros dos outros também, e rever algumas posturas nossas em relação ao nosso próprio trabalho e nossa vida financeira, por exemplo. Com a palestra da Rafaela eu comecei a refletir algumas mudanças a fazer na minha carreira, como voltar a prospectar mais clientes, descansar melhor, e não usar o dinheiro ganho como medida de sucesso. Parece óbvio tudo isso, mas no dia a dia acabamos esquecendo.

A segunda palestra que eu queria destacar é a da Bianca Freitas, em parceria com a Mitsue Siqueira. Podem até achar que estou puxando a sardinha para a Bianca por ela ser minha amiga, mas não é o caso. A palestra das duas mostrou bem a difícil realidade de quem é iniciante (e de quem nem é tão iniciante assim), e deu um puxão de orelha em todos os que fazem essa realidade ser assim difícil. Não só as agências, a academia, o próprio iniciante, mas até o próprio tradutor experiente. É uma soma de fatores.

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A palestra também me fez refletir sobre que atitudes podemos tomar como tradutores para nos aproximarmos da academia, e dos próprios iniciantes, para facilitar um pouco a vida de todo mundo e elevar a qualidade da carreira de todos.

Uma palestra que eu acabei não vendo, mas que foi bastante aclamada foi a da Candice Soldatelli. Ela falou sobre tradução editorial, e quem viu, disse que gostou muito. Claro que tivemos diversas outras palestras, mas não tenho como falar de todas aqui.

Outra coisa que acontece em todo congresso é o networking. Foi muito legal conhecer novas pessoas, trocar cartões e discutir outras questões relacionadas ao que fazemos. Fizemos bastante isso nos horários pós-congresso, nos almoços e jantares, e principalmente no coffee break. O que me lembra que o congresso não teve só flores. O coffee break da tarde de sábado, que estava marcado no programa, não foi servido, o que deixou o pessoal com fome no final do dia. Fica a lição para o congresso de 2017, atentar a esse detalhe.

E o resultado final do congresso? Valeu a experiência. Acho que principalmente por ter sido palestrante, o que foi uma novidade para mim, e pelo networking de corredor e de apartamento (sim, dividimos um apartamento como no ano passado).

E agora é voltar à rotina, pessoal. Nos vemos muito em breve. Até lá!

Thiago Hilger

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4 comentários sobre “#abrates16 – Parte 2

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